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GT-76. Educación Superior e Educación Aberta a DistanciaSupraGrupo
Cara a novas formas de aprendizaxe?
Coordinación:
· Julieta Mónica Hernández Hernández
· Ma. Teresa Guerrero Flores

O Desafio Social e a Imaginação Possível da Gestão do Conhecimento na Era da Informação
Autor/-a/-s/-as:
  · Elizete Matos
  · patricia lupion torres

Idioma orixinal:
  · portugues
Palabras chave:
 · aprendizaxe
 · comunicación
 · xestión do coñecemento
 · información
 · virtual


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ABSTRACT
Este artigo vislumbra na Era da Informação dar ênfase a Gestão do Conhecimento por meio de ambientes virtuais de aprendizagem e trabalho, não só pela tecnologia existente, mas pela imaginação possível, não somente pelos sistemas instalados, mas pelas pessoas que nele integram. Uma era virtual onde a sociedade globalizada vem experimentando inovações tecnológicas que se apresentam com muita rapidez, gerando expressiva demanda por uma educação continuada por meio de processos de informação e comunicação nunca antes vivenciados. Em todas as fases do desenvolvimento da história da humanidade encontramos avanços tecnológicos que repercutiram de forma marcante promovendo alterações significativas em todos os campos de atividades humanas, bem como mudanças socioculturais. O advento da imprensa por Gutemberg, propiciando a criação do livro tal qual o conhecemos, traz para a humanidade um salto de qualidade que perdura até os dias atuais. Não se pode pensar, hoje, na humanidade sem a existência do livro. Essa ferramenta antiga e ao mesmo tempo atual mudou os rumos da humanidade assim como registrou toda sua evolução cultural. Este milênio se configura pelo impacto tecnológico que já está permeando muitos ramos de atividades. Os avanços, na área da informação e da comunicação com a tecnologia digital permitem mais uma vez ao homem dar um novo salto de qualidade, agora do livro para o satélite. De posse de tais avanços o conhecimento torna-se globalizado e disponível em tempo real onde quer que esteja e um novo cenário de modelo sustentável se gesta.



INTRODUÇÃO

O principal bem da era da informação é o conhecimento. Aproveitar mais e melhor os recursos da era digital passou a ser primordial para o desenvolvimento desse bem. A utilização dos recursos digitais para otimizar a gestão e o desenvolvimento do conhecimento por meio de ambientes virtuais de aprendizagem, representa um salto de qualidade, não só pela tecnologia, mas pelas possibilidades de criação que se evidenciam e apontam novos caminhos, não só pelos sistemas, mas pelas oportunidades de interação entre seres humanos de forma virtual, porém em tempo real. No contexto universitário este bem gera a cada dia uma ênfase renovada nas formas de ensinar e aprender. Gerir estes conhecimentos, e tudo que dele provém, trazendo um valor agregado em termos de encurtamento de tempo, distâncias e custos, surgem como respostas para enfrentar a frenética e turbulenta corrida na competição tecnológica, onde o cruzar da linha de chegada representa um salto de qualidade com valor agregado. O atuar nos aspectos logísticos de distribuição com interação e criatividade em sintonias democráticas e cidadãs do conhecimento com a utilização de tecnologias em contextos educativos pode abrir janelas cada vez maiores e vislumbrar cenários de oportunidades jamais imaginados. Estamos na era virtual onde a sociedade globalizada vem experimentando inovações tecnológicas que se apresentam com muita rapidez, gerando expressiva demanda por uma educação continuada por meio de processos de informação e comunicação nunca antes vivenciados e evidenciados.

Neste limiar entre as novas formas de produzir idéias e a alta criatividade dotada aos seres humanos é que se propõe neste tempo e espaço um elo que ligará o humano com o tecnológico, o real com o virtual, estabelecendo uma inter-relação no mundo de idéias e produtividade sem, porém, ceifar o prazer de que podemos fazer uso de novas maneiras de gestar conhecimentos colaborativamente em novos ambientes que neste século vieram para ficar, estabelecendo um novo entusiasmo que pode alterar tanto a qualidade profissional, como pessoal e social para instituições de ensino.

O papel a ser desempenhado pela tecnologia da informação e comunicação é estratégico: ajudar o desenvolvimento do conhecimento coletivo e do aprendizado contínuo, tornando mais fácil para os grupos envolvidos compartilharem perspectivas, idéias e novos saberes, mas mediante este cenário, se faz necessário termos mentes que saibam agir estrategicamente para se atingir os objetivos propostos e um olhar e ação de forma cidadã e democrática, socializando estes ambientes de maneira ampla e aficaz. É um novo tempo, apesar de a grande maioria dos seres humanos deste planeta serem do século passado, estamos vivendo e convivendo neste século. Muitos só puderam presenciar o século XX, nós, porém, temos dois séculos de história para contar e continuar fazendo história. Que possamos fazer a diferença com criatividade, sustentabilidade e cidadania real e virtual, é a face humana virtual no século XXI.

A renovada ênfase na Gestão do Conhecimento nas organizações e instituições como repositórios orgânicos de qualificações, sistemas e valores surgem como uma resposta a estes ambientes de frenética turbulência, tanto quanto podemos antever o futuro. Previsões de mudança social e tecnológica, o rápido desenvolvimento das redes de computadores, em especial a Internet, descortinam uma ampla gama de recursos possíveis de serem utilizados, apresentando-se neste momento, como uma solução de baixo custo e longo alcance para implementação de programas como comunidades virtuais de aprendizagem e de trabalho, para desenvolvimento de projetos, treinamentos, educação e capacitação continuada entre outros. Pois, as organizações e instituições buscam alguma estabilidade básica como resposta a incerteza que enfrentam.

O maior desafio no processo de desenvolvimento para as organizações e instituições está em comunicar idéias e propor mudanças que sejam úteis para o presente e para o futuro. Um presente de enormes transformações, de rapidez, de grande quantidade de informações disponíveis, de conceitos novos e grandes expectativas. O futuro se mostra como tendência: aumento da velocidade de trocas de informações, aperfeiçoamento das novas formas de informar e comunicar e a necessidade de buscar constantemente novas e múltiplas competências. Tudo isto, porém, será feito com e através de pessoas. Assim sendo, há competências que não passarão com o tempo, apenas serão renovados.

No processo de renovação, as mentes humanas tornam-se os bens mais flexíveis que uma organização ou instituição possui, e também, os mais rígidos. As pessoas são capazes de dar saltos incríveis à base da intuição e, ao mesmo tempo, aferrar-se a detalhes de rotinas triviais e improdutivas. Portanto, não se trata somente de tecnologia. A ênfase não recai na tecnologia, o que conta é o uso de tecnologias de modo imaginativo. A ênfase central segundo Drucker é na realização do ser humano: pessoas, na Era da Informação, não são mais trabalho, são capital.

Enquanto tudo muda, porém, alguns pontos ficam constantes e o grau com que serão desenvolvidos influenciarão a competitividade das organizações e instituições. Há, ainda, a preocupação com a forma que estes cenários se apresentarão, visto que o tempo é cada vez mais curto para atualizar-se. Neste limiar entre as novas formas de gestar idéias e a alta criatividade dotada aos seres humanos é que se propõe neste tempo e espaço, uma proposta de trabalho, um elo que ligará o humano com o tecnológico, o real com o virtual, estabelecendo uma simbiose de inter-relações no mundo de idéias e produtividade, sem, porém, ceifar o prazer de que podemos fazer uso de novas maneiras de gestar conhecimentos colaborativamente em novos ambientes que neste século vieram para ficar, estabelecendo, um novo entusiasmo que pode alterar tanto a qualidade profissional, como pessoal e social para as organizações e instituições que aprendem.

Na época em que vivemos, o principal bem passou a ser o conhecimento, e aqueles que possuírem os melhores sistemas para obter e manter os recursos de conhecimento com o objetivo de suportarem a performance de indivíduos em organizações e instituições, certamente se tornarão os grandes vencedores. A sociedade encontra-se na Era da informação, Era esta em que somos bombardeados diariamente por uma gama de informações provenientes dos mais diversificados meios de comunicação que possuem o poder de manipular, ditar regras e padrões de comportamentos de uma forma tão eficaz que transformam a vida social e psicológica dos indivíduos.


Este milênio se configura pelo impacto tecnológico que já está permeando muitos ramos de atividades. O avanço na área da informação e da comunicação com a tecnologia digital permite mais uma vez ao homem dar um novo salto de qualidade, agora do livro para o satélite. De posse de tais avanços o conhecimento torna-se globalizado e disponível em tempo real onde quer que esteja e um novo cenário de modelo sustentável se gesta como destaca, Levy:

Uma das maiores lições da história é que quem controla os principais bens de uma Era, sejam elas quais forem, geralmente vence. Assim aconteceu com os fazendeiros que possuíam as máquinas na Era da Agricultura. Aqueles que possuíam as máquinas se tornaram os grandes vencedores durante a Era Industrial. E os barões do software se tornaram os poderosos na Era da Informação.
[NOTA]1)


Assim, como poderemos dar conta de nos posicionarmos e tirarmos proveito, seja no aspecto pessoal ou profissional deste novo cenário de contradições? Cabe a cada cidadão, organização ou instituição lançar-se com competência e responsabilidade para uma ação remodeladora e responsável socialmente diante desta nova Era que se estabelece.

Como lidar com essas informações selecioná-las e aproveitar delas aquilo que é realmente útil e verdadeiro? Para tal, é fundamental que as pessoas, as organizações e instituições estejam plugadas e dispostas a visualizar novas oportunidades para que construam e tenham acesso a saberes organizados, sólidos capacitando-se para viverem e conviverem neste novo cenário.

Cenário este, em que não se consideram somente capacidades “intelectuais” ou se privilegia somente um lado do cérebro e enfatiza um modelo tradicional e ultrapassado de concepção de ser humano e de educação, onde o que predominava era a técnica e a fragmentação de que tudo deveria ser objetivo e comprovado. O que essa sociedade aspira atualmente é um indivíduo que saiba conviver em grupo, tenha percepções e emoções, onde sejam consideradas outras habilidades que outrora foram desprezadas. Saiba aprender a aprender continuamente - aprender a conhecer, fazer, ser, conviver e sentir.

É uma visão ampla e holística de uma nova sociedade complexa que se gesta e que busca recriar uma nova prática profissional, virtual e digital, porém, integrada, estabelecendo-se uma conexão com as novas tecnologias que a ciência põe a nossa disposição. Que estas novas modalidades possam estrategicamente redefinir condições de vida, aprendizagem e de trabalho mais prazerosos, envolvendo aspectos cognitivos e emocionais de uma “geração digital” e sustentável.

A tecnologia hoje põe a disposição de todos um vasto mundo de conceitos e teorias, também oferece a possibilidade de “a um click” se viajar a lugares jamais imaginados. É neste contexto que uma nova possibilidade de educação continuada se estabelece junto às organizações e instituições que aprendem numa relação entre produção, comunicação e educação, estabelecendo elos indissociáveis. A educação pode ser vista, entre outros conceitos, como processo de interação entre pessoas, onde se conserva e se transmite cultura. Já a comunicação é entendida também como um processo de troca de mensagens entre duas ou mais pessoas ou entre dois ou mais sistemas. O processo comunicativo exige um conhecimento prévio de um código cultural. E por fim a organização ou instituição pode dentro destas duas situações tirar seu real aprendizado.

Esta é a Era da Informação, e as organizações e instituições não podem ficar alheias a essas revoluções e transformações Pois, além de suas bases sociais e políticas, constata-se que a comunicação nesta era da informatização traça novos parâmetros na sociedade. Como tão bem coloca Moran:

O nosso foco não pode permanecer só no individual, mas deve estar também direcionado ao comunitário, aos grupos importantes dos quais participamos. Quanto mais pudermos inserir-nos em espaços de ação comunitária, mais cresceremos, aprenderemos, viveremos. Dentro desta perspectiva de integração pessoal e comunitária, encontraremos nas tecnologias parceiras permanentes e criativas para expandir nossas inúmeras possibilidades de informação, de comunicação e de ação. (MORAN, 1998 : 185)



O ato de se articular e processar estas informações nos apresenta uma nova e importante questão: necessidade das organizações e instituições utilizarem novas formas produtivas de recursos tecnológicos que operem nesta linguagem eletrônica, operacionalizando suas propostas. A Internet hoje como uma realidade que diz respeito a todos os segmentos da sociedade, tais como outros meios de comunicação estão aí mudando hábitos e transformando as sociedades, estão proporcionando mudanças de comportamento neste novo tempo. Este meio de comunicação é que está possibilitando a criação de novas práticas profissionais junto às organizações e instituições, interligadas a esta nova realidade.


CONSIDERAÇÕES CIRCUNSTANCIAIS

As informações recebidas dos meios de comunicação influem diretamente no processo de aprendizagem e, novamente, as tecnologias de comunicação e informação operam dentro do processo ocasionando uma evolução em todo o processo. A organização e instituição encontrando-se em interação constante com o meio social e atuando sobre o meio envolvente ou dele recebendo estímulos, deve manter uma ligação harmoniosa com a sociedade com a qual se relaciona, procurando adotar modos de ensinar e aprender mais adequados a esta realidade social.

As organizações e instituições não podem ignorar o que se passa no mundo. As novas tecnologias de informação e da comunicação transformam espetacularmente não só a maneira de comunicar, mas de trabalhar, decidir, pensar. A validade dos aparatos tecnológicos em nossa prática dependerá diretamente da forma com que todos os indivíduos que integram a ciranda do processo organizacional e educacional as utilizam, pois é como se fosse um reaculturamento, para podermos navegar nessas novas ondas da informação e gestarmos maiores e melhores conhecimentos, refletidos numa sociedade cidadã e sustentável. Resgatar o elo do verdadeiro valor de viver e conviver para uma evolução não só científica mas humana.


BIBLIOGRAFÍA
  • DRUCKER, P. F. 2001, “O melhor de Peter Drucker: a sociedade, São Paulo: Nobel
  • DRUCKER, P. F. 1997, “A organização do futuro: como preparar hoje as empresas de amanhã”, São Paulo: Futura
  • LEVY, J. D. jul/02, “Medindo e maximizando resultados através do e-Learning “, Revista Magister, ano 1, nº 7
  • MORAN, J. M. 1998, “Mudanças na comunicação social” São Paulo: Paulinas


    NOTAS
  • [1] - Por: Jonathan D. Levy – presidente da Harvard Business, Artigo – Medindo e maximizando resultados através do e-Learning – Revista Magister, ano 1, nº 7, jul/02.

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