Lisete Maria Massulini Pigatto fala-nos de crises analógicas no paradigma inclusivo, ela apela para uma Educação Transformadora onde os conteúdos abertos podem ter um papel importante, ela concebe a educação na contemporaneidade é vista como um processo de humanização que vem adaptando-se ao novo paradigma que se instala no mundo, instigando as pessoas a aprender a aprender para lidar melhor com os desafios na vida no intuito de que se superarem numa perspectiva inclusiva. Será isso a educação para o conhecimento aberto?
Enviat el 16/11/2009 - 13:48 (GMT+1)
Assumpte: Re: As crises analógicas no paradigma inclusivo
Olá!
Obrigado pelo desafio.
O que se pretende com esta proposta é a inovação. De modo que as pessoas percam o medo de aprender a aprender, de aprender a fazer, a viver e a conviver com a diversidade desenvolvendo as habilidades e as competencias necessárias fundamentadas nas informações e nos conhecimentos.
O mundo mudou e a contemporaneidade requer novos métodos e tecnicas educacionais, sociais e econômicas para superar os problemas existencias seja na escola, no trabalho ou na própria vida pessoal.
Portanto para viver, não basta estar vivo é preciso descobrir os nossos talentos e compartilhá-lo com os demais para que as vivencias se tornem mais alegres, e a vida seja mais interessante e saudável.
Temos certeza de que há uma mudança de paradigma e para isto se faz necessário que todos tenhamos vontade de participar e compartilhar um pouco do nosso saber. Espera-se que estes debates tenham uma sequencia, de modo que a sociedade possa participar com sugestões e inovações para melhorar a qualidade de vida no planeta.
Enviat el 19/11/2009 - 19:17 (GMT+1)
Assumpte: Re: As crises analógicas no paradigma inclusivo
En las epocas de crisis y replanteos enormes de todo lo que creiamos valido y valiosos, nos tocan vivir muchas incertidumbre:rescatar lo esencial y lo simple creo que ayudaria para encaminar solucione para una ciudadania activa, ara formar seres pensantes y resolutivos de porblemas, cada ve ,as acuciantes. por ello, fortalecer las funciones superiores del pensamiento que actuaran en la base de las estrategias de aprendizaje- a lo largo de toda la vida-, ayudaria a poner en foco, unos de los puntos,- si no el mas importante-,para la configuracion de ambientes reales, virtualy combinados, centrado en quien aprende y sus necesidadespersonales y comunitarias , con un educador que acompaña e ilumina....
Ello se relaciona con la gran reforma no solo de nuestras cabezas/
mentalidades y de su formacion en orogramas formales, no formales e informales en manos de los MCSocial, sino en la reforma administrativa -organizacinal de las instituciones educativas que se abriran (open source)
para ser genuinamente democraticas y acabar con la exclusion social y cultural.
Olá!
Obrigado pela colaboração.
Vive-se uma época onde as crises são generalizadas, a mudança de paradigma é viséivel e assustadora as pessoas despreparadas. Para amenizar estes problemas estamos tentando nos re-organizar. Legalizar a profissao do educador social para atender este grupo de pessoas e incluí-las ao sistema de modo que consigam participar do processo inclusivo com dignidade e discernimento.Isto requer um esforço conjunto de toda a sociedade.
Sendo assim, as politicas publicas precisam ser agilizadas em forma de programas ou projetos. Bem como a construção de cursos universitarios para formar profissionais em condições de trabalhar com este tema, que consiste em trazer estas pessoas de volta a vida, ao processo de convivencia democratico estas pessoas que necessitam de um atendimento diferenciado para que se promova realmente a inclusao escolar e social.
Assumpte: As crises analógicas no paradigma inclusivo
IV Congreso de la CiberSociedad
España
Enviat el 12/11/2009 - 00:00 (GMT+1)