Ella Shohat Robert Stam falam desta ideia de multiculturalismo policêntrico ou ainda de epistemologia baseada na construção policêntrica de saberes que supere o etnocentrismo e a hegemonia científica dos centros de produção de saberes. Será que as tecnologias digitais permitem a realização desta "utopia" ou reforçarão as representações produzidas pelo centro hegemónicos?
As vozes sem voz tornar-se-ão perceptíveis e nítidas na babel das múltiplas perspectivas de abordagem das coisas? A importância das tecnologias no conhecimento dialógico (ou no retorno ao conhecimento dialógico)? Estas algumas das inquietações.
Non sei se está fora deste foro pero , ó ler isto do multiculturalismo policéntrico, aparecen na miña cabeza algunhas reflexións:
1- Paréceme ben que o coñecemento non esté en poder dus poucos. Que moita xente teña acceso á información e ós coñecementos, e que moita xente poida xerar coñecemento e mostralo a todo o mundo a través da rede global.
2- Teño medo a que a información auténtica, boa e de calidade quede diluida e perdida no medio de moita cantidade de información basura( errada, falseada, etc)
Non sei cómo se pode solucionar o conflicto entre 1 e 2. Calquera filtro na información pode voltar a levarnos a un coñecemento controlado por uns poucos centros...
Un saúdo.
Assumpte: Tecnologias digitais e multiculturalismo policêntrico
Jose Ribeiro
Portugal
As vozes sem voz tornar-se-ão perceptíveis e nítidas na babel das múltiplas perspectivas de abordagem das coisas? A importância das tecnologias no conhecimento dialógico (ou no retorno ao conhecimento dialógico)? Estas algumas das inquietações.
Enviat el 17/11/2009 - 12:59 (GMT+1)