Hola Tania, lamentablemente existe una resistencia a los avances tecnológicos y más a las herramientas que la computadora y el uso del internet brindan para mejorar la práctica docente. Creo que la educación llego al punto en que si no te actualizas dejas de ser competitivo y excluido. Por otro lado no puedes privar a tus estudiantes de la innovación, así tú como docente no estés de acuerdo con estos nuevos procesos.
Olá Tania, o problema não é só a resistência dos professores, é a falta de tempo e de motivação que eles têm para se envolverem. Claro que alguns nunca o farão, mas outros , independentemente da idade e do género são capazes de utilizar as NTI com imaginação. O problema deles é que o estado, as escolas não investem em formação adequada. Aqui em Portugal usamos o Moodle, que não ´ é nada amigável nem para professores nem para alunos. Eu falo formação de professores à distância, e costumava usar Moodle , tinha sempre mais de metade de desistentes logo na primeira semana, este ano iniciei uma formação B-Learning usando uma rede ning, esta a ser um seucesso, os profssos convidaram os seus alunos para a rede criando subgrupos, estão tirando partido incrível da rede, com muita imaginação , mas queixam-se que lhes toma muito tempo, tempo não reconhecido pelas suas escolas.
Olá, Tania. Acredito que, diante de tantos percalços no uso das TIC no contexto educacional, uma grande possibilidade é a proposta colaborativa. Sob essa perspectiva, talvez, consigamos romper as barreiras do preconceito, da comodidade, da não abertura a novos processos de ensinar e de aprender, dos mitos e da não familiaridade de uso das ferramentas de comunicação e informação. Juntos, professores, alunos, equipe pedagógica e tecnológica, orientadores, supervisores, comunidade, enfim, poderemos ampliar, trocar, enriquecer nossas vidas não só profissionais, acadêmicas mas também como seres humanos, como pessoas.
Interessante suas colocações Ana Cristina e concordo com você! Essa movimentação é muito importante e necessário, mas vejo ainda uma cultura tradicional muito forte com relação à forma de dar e participar da aula. Quando estava graduando em Pedagógica Empresarial com ênfase em EaD, tive uma disciplina de antropologia que o professor era super pra frente, utilizava os recursos tecnológicos, aplicava dinâmicas em sala de aula para movimentar a turma. E um dia ele contou que dava aula para uma turma de Pedagogia de Séries Iniciais, onde também sempre buscou a cada dia fazer uma coisa diferente para movimentar a turma. Esse professor costumava formar um circulo para fazer um fórum interativo sobre os temas de aula. Ao iniciar o ano com essa turma ele deixava s cadeiras em um semicírculo para dar aula e trocar idéias e conhecimentos com as alunas. Teve um dia que uma aluna chegou pra ele e disse assim: ?professor, quando realmente você vai dar aula?? Sabemos que cada um tem um jeito de aprender, tem o seu tempo para isso. E como você colocou Ana, realmente é muito importante e urgente que as universidades, escolas municipais e estaduais entre outras, repensarem nas formações dos professores, mas penso que a mudança com o uso das tecnologias em sala de aula se fortalecerá certamente com as novas gerações tanto de alunos quanto de professores.
Como aplicar el Google Wave en educación?
Realmente, Tania. Esta é uma boa pergunta. Não podemos ficar de braços cruzados esperando. A Nívia tem razão em dizer que as novas gerações certamente trarão mudanças a este cenário, e acho que nosso caminho agora é pensar em como as novas tecnologias nos fazer agir e pensar de forma diferente. Só assim poderemos repensar o uso destas na educação. São mudanças de comportamento muito grande que podemos observar nas pessoas, mas que às vezes não nos damos conta. Por exemplo, eu sou canhoteira, mas quando uso o mouse uso muito melhor com a mão direita. Digito com as duas mãos, e recentemente comprei um mouse de mão com pointer que utilizo para dar aulas (e só o utilizo com a mão direita). Isso me faz ambidestra? Como isso se refletirá nas próximas gerações. Isso muda algo em termos cognitivos? Ou de desenvolvimento?
É fato que sempre estaremos correndo atrás do que as próximas gerações já dominarão (no caso desta de agora, são nativos digitais, como dizem alguns estudiosos, enquanto que nós somos migrantes). Mas acredito que para lidarmos com esse "gap", (nós, os migrantes digitais) temos nos inserir no mundo digital e transformá-lo algo real em nosso dia-a-dia, devemos nos apropriar dele, e também experimentar com ele, além de, é claro, refletir sobre esse uso.
Hola
si la revolución industrial tardo casi un siglo en extenderse por toda Europa, esto nos da una idea del tiempo que tendrá que pasar para que las TIC estén integradas, de forma transparente, en la sociedad y en ámbitos como la educación. No nos olvidemos que estamos en plena revolución digital.
manel
Asunto: Tecnologias para aprender
Tânia Roberta Costa de Oliveira
Brazil
Enviado 14/11/2009 - 16:21 (GMT+1)