IV Congresso da CiberSociedade. Crise analógica, futuro digital

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Asunto: Memória criativa na blogsfera entre as esferas pública e privada da Internet

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Enviado 12/11/2009 - 00:00 (GMT+1)

Asunto: Re: Memória criativa na blogsfera entre as esferas pública e privada da Internet

Comentario a la comunicación: ?MEMÓRIA CRIATIVA NA BLOGSFERA. Entre as esferas pública e privada da Internet".

Angel Enrique Carretero Pasín

Resumiría lo más relevante de esta comunicación en los siguientes puntos:

(1) La sugestiva propuesta nuclear que se sostiene y sobre la que gravita la totalidad del discurso: pasar a contemplar Internet, fundamentalmente, como una ?institución?.
(2) De lo que se deriva directamente otro aspecto también relevante: la capacidad atesorada en Internet para generar nuevas formas sociales de cognición y de subjetividad.
(3) La propuesta nuclear, anteriormente señalada, tiene un declarado alcance ontológico: la cibersociedad (y la nueva epistemología en ella inducida) tiende a configurarse, para la autora, como una naciente fórmula de episteme (en sentido foucaultiano) en donde se remodificarían decisivamente las relaciones del sujeto con la experiencia social.
(4) Una de las virtudes de la comunicación es, a mi juicio, entender el ciberespacio como una fase cultural secuencial posterior a la de la cultura de masas (?pos-massiva?), refundadora, no obstante, de las adulteradas relaciones históricas entre el espacio público y el espacio privado.
(5) Por último, destacaría una posición optimista (nada apocalíptica) en torno a la visión del mundo de Internet como ?institución?, siendo éste visto como un potencial horizonte de posibilidades en donde se ampliaría la creatividad personal y el fortalecimiento de los vínculos sociales.

Enviado 13/11/2009 - 15:31 (GMT+1)

Asunto: Re: Memória criativa na blogsfera entre as esferas pública e privada da Internet

Muito grata Angel, pelos comentários que fez sobre minha comunicação.Eles estimulam ainda mais minha pesquisa.Estou entendendo a Internet como capaz de instituir novas práticas culturais no cotidiano.Desta forma o pensamento institucional, defendido por mary Douglas seria entendido como aquele capaz de se naturalizar através das práticas do cotidiano, conforme elucidadas por certeau.Desta dinâmica institucional derivaria como vc elucidou muito bem novas formas sociais de cognição e subjetividade. Gostei de sua colocação porque daí podemos apreender que a cognição e a subjetividade só podem ser pensadas no exercício cotidiano das práticas sociais.

(1) La sugestiva propuesta nuclear que se sostiene y sobre la que gravita la totalidad del discurso: pasar a contemplar Internet, fundamentalmente, como una ?institución?.

(2) De lo que se deriva directamente otro aspecto también relevante: la capacidad atesorada en Internet para generar nuevas formas sociales de cognición y de subjetividad.

(3) La propuesta nuclear, anteriormente señalada, tiene un declarado alcance ontológico: la cibersociedad (y la nueva epistemología en ella inducida) tiende a configurarse, para la autora, como una naciente fórmula de episteme (en sentido foucaultiano) en donde se remodificarían decisivamente las relaciones del sujeto con la experiencia social.

(4) Una de las virtudes de la comunicación es, a mi juicio, entender el ciberespacio como una fase cultural secuencial posterior a la de la cultura de masas (?pos-massiva?), refundadora, no obstante, de las adulteradas relaciones históricas entre el espacio público y el espacio privado.

(5) Por último, destacaría una posición optimista (nada apocalíptica) en torno a la visión del mundo de Internet como ?institución?, siendo éste visto como un potencial horizonte de posibilidades en donde se ampliaría la creatividad personal y el fortalecimiento de los vínculos sociales.

Enviado 13/11/2009 - 16:07 (GMT+1)

Asunto: Re: Memória criativa na blogsfera entre as esferas pública e privada da Internet

No item 3 vc fala do alcance ontológico desta proposta. Gostaria de dizer que não tive essa pretensão. Minha pesquisa não quer ter nenhum caráter ontológico.Pelo mesno não no sentido de um Ente fixo e imutável. Desde que escrevi este artigo até agora o meu trabalho progride no sentido de ressaltar não as subjetividades dessas novas 'formas sociais', mas sim os modos de individuação, no sentido deleuziano: "Com efeito o que nos interessa são os modos de individuação que já não são os de uma coisa, de uma pessoa ou de um sujeito: por exemplo, a individuação de uma hora do dia, de uma região, de um clima, de um rio ou de um vento, de um acontecimento. E talvez seja um equívoco acreditar na existência das coisas, pessoas ou sujeitos. o título Mille plateaux remete a essas individuações que não são pessoais nem coisas" (In: Conversações, 1992, p.38)Essas individuações me lembram das lendas indígenas em que a natureza tem alma...Nesse sentido poderíamos propor que essas novas práticas culturais, ao se institucionalizarem, naturalizando-se no cotidiano alcancem um nível em que possamos pensar aproximações entre a Cibercultura, as Culturas de Tradição Oral e a Cultura Letrada.

Enviado 13/11/2009 - 16:21 (GMT+1)

Asunto: Re: Memória criativa na blogsfera entre as esferas pública e privada da Internet

O sentido foulcaultiano seria para ressaltar os modos de subjetivação que podem ocorrer por meio das mídias pós-massivas, com práticas de co-autoria, mash-ups, etc.Como ocorre a escrita de Si nessas mídias? Que Si é este? Como podemos pensar a relação deste Si com a visibilidade do outro? Que outro é este?

Enviado 13/11/2009 - 16:28 (GMT+1)

Asunto: Re: Memória criativa na blogsfera entre as esferas pública e privada da Internet

Sim, pode-se dizer que sou otimista. pelo menos tento ser.Gostei de sua observação final.Devemos estar atentos para nossas potencialidades criativas que aparecem nessas novas formas de pensar a criação de nossa Memória Coletiva.

Enviado 13/11/2009 - 16:32 (GMT+1)

Asunto: Re: Memória criativa na blogsfera entre as esferas pública e privada da Internet

Excelente ponencia, Renata
Considero que la apelación a la blogsfera permite resignificar la dicotomía criticada por Habermas y Arendt entre "esfera pública" y "esfera privada", mostrando de alguna manera su carácter "dialéctico" en el genuino sentido de la palabra: de una esfera que hace que lo "privado" se vuelva "público" y a la inversa.
Por otra parte, la apelación a la noción de subjetivación de Michel Foucault me parece acertada, en la medida en que muestra una imagen de la Internet (como institución) que se inscribe más allá de las representaciones imaginarias que sospechan de ella en cuanto dispositivo de "sujeción".
No sé si todo esto es sinónimo de "optimismo", o si se trata de pensar en las potencialidades alternativas que las tecnologías ponen a disposición de los sujetos en este nuevo siglo.
Nos seguimos leyendo.
Cordialmente
Liliana

Enviado 15/11/2009 - 01:18 (GMT+1)

Asunto: Re: Memória criativa na blogsfera entre as esferas pública e privada da Internet

Muito Obrigada por seus comentários.Penso que a Internet, ao permitir uma ressignificação da dicotomia público/privado, nos permite, também, ressignificar o próprio conceito de instituição.Parece-me que Foucault vai referir-se muito mais a instituição de Si mesmo, a partir da proposta de um projeto de Vida experimental e ousado, capaz de elucidar que o que interessa é a apreensão dos dispositivos de sujeição, ou seja, entender que o "policial interno" que temos dentro de nós deve e pode ser permanentemente repensado para que possamos alcançar um estilo de vida criativo e criador.E acho que as NITCs suge como uma potencialidade que nos faz repensar esses conceitos. A minha resposta ao comentário de Angel de que tentava ser otimista, é uma forma de inserir esse debate no campo das disputas cotidianas, vale lembrar Pierre lévy que diz que em geral consideram-no um otimista, mas esse otimismo não quer dizer que a Internet resolverá tudo num passe de mágica, mas sim que devemos reconhecer as potencialidades do ciberespaço.

Enviado 15/11/2009 - 17:43 (GMT+1)

Asunto: Re: Memória criativa na blogsfera entre as esferas pública e privada da Internet

Me falta lectura o relectura filosófica para disfrutar más del debate y las propuestas. En palabras llanas (al menos para mí) encuentro una expresión del sí mismo en lo autobiográfico de los blogs. Con la colaboración de comentaristas y lectores reconducen parte del proyecto vital personal (al menos en las aficiones o "intimidades" recogidas en unos posts. Esto nos hace más "deudores" o socialmente vinculados a nuestros "enlazados". Lo que no alcanzo a reconocer es la institucionalización ¿qué grado, rango, duración... nos permite distinguirla? Se traga la memoria social siguiente a la anterior (con la rapidez de la sustitución digital)? Repito que ha sido un disfrute la lectura y el alcance de las insinuaciones suscitadas, gracias a todo/as
Renata dijo:
Muito Penso que a Internet, ao permitir uma ressignificação da dicotomia público/privado, nos permite, também, ressignificar o próprio conceito de instituição.Parece-me que Foucault vai referir-se muito mais a instituição de Si mesmo, a partir da proposta de um projeto de Vida experimental e ousado, capaz de elucidar que o que interessa é a apreensão dos dispositivos de sujeição, ou seja, entender que o "policial interno" que temos dentro de nós deve e pode ser permanentemente repensado para que possamos alcançar um estilo de vida criativo e criador.E acho que as NITCs suge como uma potencialidade que nos faz repensar esses conceitos.

Enviado 15/11/2009 - 23:30 (GMT+1)

Asunto: Re: Memória criativa na blogsfera entre as esferas pública e privada da Internet

Me resulta increíblemente interesante tu propuesta ?y la agradezco al unísono.
Actualmente investigo sobre la creatividad en el pensamiento latinoamericano de la emancipación, principio y especificidad.

Para ello he tenido que articular una primera variante a modo de exploración de la memoria escrita y consensuar, respecto al análisis, introduciendo una nueva categoría: el contrato sociopsicológico.

¡Qué regalo tu artículo!

Enviado 25/11/2009 - 15:19 (GMT+1)