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COMUNICACIÓN

 
 
 
 
 
 

Ciberacismo: entre o ódio e a militância
Conversación iniciada por: Adriana Dias
Inicio de la conversación: 20/11/2006 - 09:00
Lecturas de esta conversación: 2377
Número de respostes: 5
Este trabalho discute a articulação entre a constituição de identidade, em sites racistas, revisionistas e neonazistas da Internet, por considerações e comparações a dois grupos discursivos: o primeiro, marcado pela “nova genética” (genômica), no outro, o sujeito é construído na relação com um ideal mítico. Ele também analisa a etnografia do virtual, do ponto de vista da construção de temporalidades e do ponto de vista metodológico. Finalmente, este artigo discute uma abordagem de poder, buscando situar estes discursos no contexto dos conceitos desenvolvidos por Pierre Bourdieu.

^ comentario incial...
Autor: Daniel Domínguez
Fecha y hora: 20/11/2006 - 10:07
El artículo de Adriana Dias afronta el estudio del racismo en el espacio de Internet. Lo hace desde una aproximación etnográfica centrada en el análisis de foros virtuales de contenido racista como escenario de práctica social. El artículo debate sobre los significados culturales ocultos en las conversaciones mediatizadas por herramientas de comunicación asíncronas y, al tiempo, reflexiona sobre el potencial del método etnográfico para desentrañar las prácticas culturales que desembocan en actitudes racistas y de odio al otro.

La autora aprovecha el objeto de estudio y el método empleado para profundizar en los siguientes tópicos:

# El método y las estrategias de investigación. La autora problematiza sobre el acceso a la muestra y la elección de los foros que serán objeto d estudio.

# La ciber-temporalización (temporalidades en terminología sartreriana) y la secuencia de investigación como esencia de lo etnográfico cuando el campo de estudio se traslada al ciberespacio.

# Las traslaciones entre el análisis de discurso y de contenido desde un enfoque estructural (categorial) en el campo físico y el virtual, con los recursos existentes en el lenguaje y “aparataje” informáticos.

# El artículo culmina con una discusión dialógica sobre el enfoque Pierre Bourdieu del capital social, los hábitos y sus derivadas al ámbito del poder.

Estas pueden ser, pues, las dimensiones sobre las que iniciar la discusión de esta interesante aproximación etnográfica al estudio del racismo en la red.

¡Que comience el debate!

^ Metodologia
Autor: Adriana Dias
Fecha y hora: 20/11/2006 - 23:20
Eu me centrei numa metodologia que pensasse o texto digital como um discurso qualitativo, mas tb que organizasse a ideia de relacionar texto, imagens, codigos de programação.
Pensei também em recortes: as noções de temporalidade, de gênero, de parentesco, nos sites. Como vcs analisam a questão?

Abraços!

^ Tema importante
Autor: Alice Li
Fecha y hora: 22/11/2006 - 22:57
Fico pensando pq um tema tão importante está distanciado da grande mídia. Para um mundo mais justo é preciso discutir questões como esta.

^ Fiquei esperando por mais comentários
Autor: Adriana Dias
Fecha y hora: 03/12/2006 - 13:13
Minha comunicação foi bem visitada, mas fiquei esperando um debate mais intenso. O q posso fazer?
Abraços

^ A Sociedade do Conhecimento é também a do risco...
Autor: Maria Alfreda Cruz (Viana)
Fecha y hora: 03/12/2006 - 13:42
Estou respondendo ao apelo da Adriana, uma vez que esta Comunicação e este tema merecem muita atenção e não parece ser fácil comprometermo-nos com uma hipótese de saída. Para mim, ela é tão clara como difícil de testar. De facto, esta comunicação apresenta resultados de uma investigação em curso no “território” web que conduz a interrogarmo-nos sobre a pertinência do conceito de capital social em face da sua operacionalidade na Sociedade do Conhecimento, tendo em atenção que esta é também a sociedade do risco. O meu entendimento é que a forma de lidar com o risco não se compadece com qualquer perspectiva securitária e, no caso vertente, só pode, por isso, passar pelo fortalecimento das dinâmicas de capital social em sede de produção de um empowerment de sinal contrário ao da perversidade inerente ao racismo. A cidadania, enquanto dimensão civilizacional do fortalecimento da autonomia individual e comunitária, tem por horizonte o bem comum e a rejeição da arrogância que se mostre incapaz de ultrapassar interesses específicos contrários a um tal horizonte. Que esta investigação prossiga atenta à denúncia objectiva do racismo e do seu expansionismo na web e que se complemente na defesa de um capital social consistentemente ancorado numa cidadania activa, responsável e comprometida em todos os campos em que se produza, nomeadamente na web, como anuncia o Manifesto comprometido pelo exercício da cibercidadania neste mesmo sentido em http://cibersociedad/edis.es/congres.
Esta é sem dúvida uma perspectiva da autora a que ficaremos solidariamente atentos.

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